segunda-feira, 18 de maio de 2009

Dia da Internet

Pois é, ontem (17/05) foi o Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação, mais conhecido em diversos países como Dia da Internet - e você nem sabia, né?! A data comemorativa foi instituida em 2005 pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), órgão ligado à Organização das Nações Unidas (ONU).

Mesmo que não soubesse, provavelmente você comemorou o evento aonde, aonde?! Na Internet, é claro! Até porque passear no ciberespaço é uma tarefa nossa de cada dia: de alguma maneira, por algum motivo, lá (ou aqui!) estava você. E a certeza dessa afirmação se dá justamente porque você, leitor, está cada vez mais dependente disso.

Vale, então, lembrar que, como bem disse Deleuze, "É fácil fazer corresponder a cada sociedade certos tipos de máquina, não porque as máquinas sejam determinantes, mas porque elas exprimem as formas sociais capazes de lhes darem nascimento e utilizá-las".

Pensamento bastante interessante para comemorar o Dia da Internet, não é?!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Chip bom pra cachorro

A gente falando em misturar corpo e máquina, né?! Pois um veterinário de Americana/SP implantou um chip nele mesmo só pra provar que isso funciona com cães e gatos.

A proposta do cara é interessante - um pouco radical, mas interessante. O chip no animal conteria diversos dados, como raça, vacinas praticadas, nome e endereço do dono etc. Leia a matéria na íntegra nesse link aqui.

Até aí, tudo bem. Mas o cara acredita (e é entusiasta) de que o mesmo se faça com as pessaos. Dessa forma, "não precisaremos mais carregar documentos", diz o cinófilo ciborgue.

Acho que, independente de opiniões, há uma série de implicações nisso tudo - e que merecem muita reflexão. Afinal, você implantaria um chip em você? Por quê?

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Mais uma de chip no olho

O canadense de alguns posts abaixo queria aproveitar a oportunidade (?!) para filmar com seu olho postiço. Agora, a idéia é outra - sem dúvida, muito mais louvável (não que o cineasta ciborgue não tivesse louvor).

O implante do momento é o chamado IMT (Implantable Miniature Telescope). Se trata de um chip que, implantado no olho, funciona como um micro telescópio, que ajudaria a visão de pessoas com degeneração macular relacionada à idade (problema na retina central, ou mácula, área que permite atividades como ler, dirigir e reconhecer rostos).



O dispositivo aumenta de 2,2 vezes a três vezes o tamanho de imagens capturadas pela visão central de um olho, enquanto o outro, sem implante, fornece visão periférica, para mobilidade e orientação. A matéria que conta a novidade pode ser acessada aqui.

Nunca foi o propósito desse blog fazer qualquer tipo de juízo de valor (e nem é agora!), mas venhamos e convenhamos, quando se trata de recuperar a função de qualquer órgão "danificado", todos acabam se rendendo ao encantos das tecnologias. É assim com os membros biônicos, o cursor movido com o olhar, o pulmão artificial ou mesmo o tão corriqueiro marca-passo. Ninguém se levanta para contrariar ou desconfiar desse tipo de máquinas, ou de seus usos.

Mas é bom lembrar que "a mão que bate é a mesma que balança o berço". Pense agora nos soldados a caminho do campo de batalha, todos com visão ampliada para não errarem o inimigo (nessa linha, o chip do olho vai ter até visão noturna). Isso sem falar nos voyeurs compulsivos: haja implante pra tanto bisbilhoteiro (imagina o Pedro Bial dizendo: "vamos dar agora aquela espiadinha").

Afinal, os bons usos da tecnologia justificam os maus? Ou apenas os explicam?

quarta-feira, 18 de março de 2009

Smartphones são nova fonte de dados para anunciantes

As milhões de pessoas que usam seus telefones celulares diariamente para jogar, baixar programas e navegar na internet podem não perceber que sempre têm uma companhia invisível: anunciantes que rastreiam seus interesses, hábitos e até sua localização.

Smartfones, como o iPhone e o BlackBerry Curve, são a última e potencialmente a mais cara forma de se direcionar anúncios para consumidores específicos. Anunciantes já desenvolvem conteúdo para pequenos grupos de consumidores na web com base em informações pessoais.

Mas celulares têm um potencial muito maior para anúncios personalizados, especialmente quando usados com programas como Yelp ou Urbanspoon com GPS para identificar a localização da pessoa.

Anunciantes pagarão caro pela habilidade de divulgar, por exemplo, um restaurante nas proximidades de alguém que acabou de sair de um show da Broadway, especialmente se o anúncio for combinado a informações sobre sexo, idade, renda e interesses.

Eswar Priyadarshan, chefe de tecnologia da Quattro Wireless, que põe anunciantes como a Sony em sites de celular, afirma que normalmente consegue 20 tipos de informação sobre um consumidor que visitou um site ou executou um aplicativo em sua rede. "A idéia básica é vasculhar todos esses canais e conseguir o máximo de dados possíveis", explicou.

A capacidade de coletar informações alarma defensores de privacidade.
"Isso é potencialmente um espião portátil e pessoal", disse Jeff Chester, diretor executivo do Center for Digital Democracy (Centro para a Democracia Digital), que este mês vai falar perante membros da Comissão de Comércio Federal sobre privacidade e mercado portátil. Ele está particularmente preocupado com violações de dados, acesso de anunciantes a informações confidenciais de saúde ou financeiras e falta de transparência sobre como os anunciantes estão coletando esses dados. "Os usuários estarão inclinados a dizer, 'claro, que mal há em um clique', não percebendo que consentiram em passar sua informação."

Por enquanto, anunciantes usam critérios mais amplos para traçar o perfil das pessoas por seus telefones, focando-as por cidade ao invés de um bairro ou rua específicos.
E enquanto coletam as especificidades do comportamento das pessoas na internet móvel - por exemplo, que alguém comprou o ringtone "Hot N Cold" após ver sua propaganda e depois assistiu a um vídeo de Miley Cyrus no TMZ.com - eles usam essa informação para categorizar aquela pessoa como um fã de cultura pop, e, então, mostram um anúncio de filme.

Porém, os anunciantes estão ávidos por usar a informação para um alvo muito mais específico. Um sistema de propaganda poderia saber, por exemplo, que alguém tem 27 anos, é do sexo masculino, fã do New England Patriots (algo que a NFL.com pode rastrear), joga vinte-e-um, viaja freqüentemente entre Boston e Nova York nos dias de semana (algo que dispositivos com GPS podem rastrear) e usa um iPhone 3G. Isso pode torná-lo atraente para um conjunto de anunciantes, como uma companhia aérea ou um hotel de Las Vegas, cujos anúncios apareceriam enquanto o consumidor navega na web com seu telefone.

"Existe uma corrida armamentista para descobrir cada vez mais sobre os usuários", disse Eric Bader, sócio administrativo da agência de publicidade móvel Brand in Hand.

Por enquanto, não há um número suficiente de pessoas com smartphones que faça valer a pena o uso de critérios altamente específicos pelos anunciantes. Mas à medida que mais pessoas migrarem para o smartphone, isso acontecerá com maior freqüência. O mercado de smartphones na América do Norte aumentou 69% em 2008, de acordo com a empresa de pesquisas Gartner. Google, Palm e BlackBerry estão iniciando suas próprias lojas de aplicativos.

Apesar da quantidade de dados no mercado, desde que os anunciantes não usem informações que possam identificar pessoalmente alguém, não há regulação ou lei nos EUA que estabeleça os limites de anunciantes e desenvolvedores no rastreamento de usuários de telefones celulares. Optar por não entrar na publicidade direcionada portátil é difícil, mesmo levando em conta que consumidores estão cientes da proximidade com que estão sendo rastreados.

"Não sabia que estavam fazendo isso, embora não esteja surpreso em saber", disse Jordan Penn, 32, construtor de moradias de baixo custo em San Diego, que já baixou cerca de 12 aplicativos em seu iPhone. "Isso não me preocupa mais do que todo o rastreamento que sofremos quando acessamos a internet." Segundo Paul M. Schwartz, professor de Direito da Universidade da Califórnia em Berkeley e especialista em leis de privacidade de informação, o rastreamento feito pelos anunciantes é algo problemático. "As pessoas poderiam transformar a maioria dos tipos de informação em valor desde que os termos fossem justos", defendeu. "Hoje, eles não são justos."

Mike Wehrs, chefe-executivo da Mobile Marketing Association (Associação de Marketing Móvel), disse que a entidade estava atualizando alguns de seus princípios auto-regulatórios, por exemplo, sugerindo que os aplicativos mandassem por e-mail suas políticas de privacidade ao invés de obrigá-los a ler o documento em uma pequena tela de celular. "Concordo que podemos fazer mais", disse. "O celular é uma indústria que se move com rapidez incrível."

Stephanie Clifford, Postado no portal Terra (http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3631848-EI4796,00-Smartphones+sao+nova+fonte+de+dados+para+anunciantes.html)

sábado, 7 de março de 2009

Câmera filmadora no olho

Rob Spence é um diretor de filmes canadense que perdeu um olho em um acidente. Lamentável, mas não tão incomum, não fosse o fato de que ele quer aproveitar a situação para implantar uma câmera filmadora digital na prótese ocular que usa.

A notícia vem da agência Reuters e foi publicada no site G1 (link). Segundo a matéria, Spence pretende produzir com o dispositivo um documentário que alerta para o excesso de vigilância na sociedade.

A idéia do canadense tem gerado polêmica, pois parece que as pessoas não se incomodam com as 12 mil câmeras de segurança que operam em Toronto, mas não estão gostando muito dessa nova câmera secreta.

Até aí, a história já rende uma super discussão sobre a questão das novas tecnologias e a vigilância. Para além disso, vale refletir mais ainda sobre a relação homem-máquina que tem embalado as postagens anteriores. Imagina só: Spence é o diretor e a câmera ao mesmo tempo!

Se você "topasse" com ele, como reagiria? Mais ainda, você acha que ele deveria usar uma camisa estampada com o alerta "sorria, você está sendo filmado"?

quarta-feira, 4 de março de 2009

Surface: tocando na infosfera

A professora e pesquisadora de comunicação Ieda Tucherman, em um artigo bastante interessante sobre ficção e tecnologia (link) propõe que a ficção-científica vive fadada a ser desatualizada pela própria tecnociência.

Um exemplo contundente dessa assertiva se constata na plataforma "Surface" da Microsoft. Quem viu no cinema em 2002 o filme Minority Report (20th Century Fox) e se maravilhou com a interface gráfica operada por John Anderton, o personagem de Tom Cruise, não imaginou que em pouquíssimos anos esse dispositivo apresentado por Steven Spielberg estaria ao alcance dessa geração.



Pois bem, para que não imaginou e/ou ainda não sabe o que é "Surface", assista a esse vídeo.



O mouse, aquele extensor da mão humana que servia para "tocar" nas coisas da infosfera, tende a se tornar obsoleto. Mais para frente, a manipulação dos dados provavelmente será feita toda ela com a ponta dos dedos, tal como já acontece com o i-phone — o desejado gadget da Apple.

Mas e agora? O que mais a tecnociência contemporânea vai inventar para desatualizar a ficção-científica? O túnel do tempo? O teletransporte? O holofone? Quem é capaz de prever?

Sugestões são bem-vindas.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Aparelho "lê o cérebro" para descobrir preferências

Pesquisadores da Universidade de Toronto desenvolveram um aparelho capaz de detectar as preferências das pessoas ao medir a absorção cerebral de raios infravermelhos. O estudo, publicado na revista científica Journal of Neural Engineering, garante uma precisão de 80% nos resultados.

"Este é o primeiro sistema que decodifica preferências naturalmente a partir de pensamentos espontâneos", disse Sheena Luu, uma das pesquisadoras, ao site Live Science.

O estudo usou voluntários para detectar suas preferências entre diferentes bebidas. Usando o aparelho na cabeça, eles eram orientados a tomar decisões mentais sobre quais bebidas preferiam. Os testes tiveram sucesso em 80% dos casos.

O aparelho usado, segundo o jornal britânico The Times, tem cabos de fibra óptica que emitem raios infravermelhos com uma freqüência semelhante à de um controle remoto de um televisor. A radiação atinge o córtex pré-frontal, área do cérebro associada à tomada de decisões. Os sensores do aparelho detectam as respostas de acordo com o nível de oxigênio no sangue nessa área.

O objetivo dos pesquisadores é estudar maneiras de compreender as escolhas de crianças que não podem falar ou se mover, segundo o Live Science.

Extraído do Portal Terra de 23/02/2009
(http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3594146-EI4799,00-Aparelho+le+o+cerebro+para+descobrir+preferencias.html)

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

TVs em forma de lentes de contato podem chegar em 10 anos

A constante miniaturização da tecnologia pode levar, dentro de apenas dez anos, à produção de aparelhos de TV em forma de lentes de contato, acreditam especialistas. O dispositivo funcionaria com energia gerada pelo calor do corpo, e o usuário trocaria de canal por comandos de voz ou movimentos com a mão, afirma o "futurologista" Ian Pearson. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

Em um relatório sobre o futuro do entretenimento doméstico, Pearson diz que as lentes garantiriam a privacidade do espectador, já que outras pessoas não saberiam a qual programa estaria assistindo.

O futuro também pode incluir tatuagens que permitem que o espectador sinta as emoções dos atores na tela, diz Pearson, que presta consultoria a empresas de tecnologia. As tatuagens digitais criariam impulsos que fariam o usuário sentir as mesmas emoções vistas na TV.

O relatório diz que "poderemos chegar ao ponto de poder imergir em um jogo de futebol, sentindo como se estivéssemos correndo lado a lado de nosso jogador preferido," noticiou o jornal britânico Telegraph.

Miriam Rayman, da empresa de consultoria Future Laboratory, afirma que essas tecnologias podem parecer muito longe da realidade, mas que cientistas já têm grande parte do conhecimento necessário para desenvolvê-las. "A tecnologia está ficando cada vez menor e as pessoas estão tentando descobrir como torná-la mais imersível. O objetivo é trazê-la para cada vez mais perto do olho", disse ao Daily Mail.

Extraído do Portal Terra de 09/02/2009
(http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3502862-EI4797,00-TVs+em+forma+de+lentes+de+contato+podem+chegar+em+anos.html)

Celular avisa se criança está perto de pedófilo

Como o último post gerou alguma discussão, vou por "lenha na fogueira".

Uma empresa chamada Catz Communication, especializada em sistemas de monitoramento de crianças, vai lançar um serviço que envia um alerta para os pais sempre que seus filhos estiverem próximos de casas de pedófilos. O produto utiliza Sistema de Posicionamento Global (GPS) e manda os avisos por mensagem de texto de celular (SMS) ou por e-mail. Para oferecer o serviço, a Catz tem acesso a um banco de dados de pessoas que foram condenadas por abusar sexalmente de crianças. O alerta não especifica o endereço exato do pedófilo, mas o ingresso do menor em uma "zona de risco". O sistema será lançado em dois meses e, inicialmente, vai funcionar somente com um modelo de telefone celular da Nextel. O preço será de US$ 20 mensais.

Extraído do Portal Terra.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Suíça usa Google Earth para descobrir plantação de maconha

A polícia da Suíça usou o Google Earth, programa gratuito para visualização virtual do mundo com imagens em 3D, para prender uma suposta quadrilha acusada de plantar maconha no país.

A operação gerou a prisão de 16 pessoas e a apreensão de 1,2 tonelada da droga - também foram recolhidos US$ 780 mil em dinheiro e bens.

Os policiais descobriram a droga no cantão de Thurgau, no norte do país, durante as investigações sobre uma quadrilha de tráfico de drogas. A plantação, com cerca de 7.500 m2, estava escondida em uma área de cultivo de cereais.

Eles usaram o Google Earth para localizar a produção da maconha e o endereço dos suspeitos.

O grupo supostamente vendeu 7,5 toneladas de haxixe e maconha entre 2004 e 2008, com vendas anuais entre US$ 2,5 milhões e US$ 8,5 milhões. A promotora Gabi Alkalay afirmou que pretende concluir a investigação criminal em fevereiro.

Da Associated Press, em Zurique, extraído da FolhaOnLine de 29/01/2009.
(http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u495969.shtml)

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Empresa britânica fabrica celular que reconhece a voz do dono

Telefone transforma automaticamente voz em mensagem de texto.
Uma empresa britânica fabricante de equipamentos eletrônicos usados pelas Forças Armadas do país, garante que desenvolveu o primeiro telefone celular capaz de identificar e reconhecer com precisão a voz do usuário.

Guardada a sete chaves pela I A Techonology, a tecnologia usada pelo Zumba phone permite limitar a utilização do aparelho apenas aos usuários cujas vozes tenham sido registradas.
Com isso, os fabricantes garantem que o Zumba não será cobiçado por ladrões, uma vez que não eles teriam a voz reconhecida pelo aparelho que se negaria a obedecer seus comandos.

Segundo o criador do Zumba, Dean McEvoy, quando operado através do aparato que dispensa o uso das mãos, o aparelho é capaz de transformar automatica e imediatamente mensagens de texto em áudio.

Desta forma, o usuário pode estar dirigindo um veículo e receber mensagens de texto na forma de áudio, sem precisar tirar as mãos e os olhos do volante.

Igualmente, o usuário pode ditar sua resposta para o celular que por sua vez se encarregará de transformá-la numa mensagem de texto.

O presidente da I A Technology, criadora do Zumba, diz que os novos celulares deverão começar a ser vendidos pouco antes do Natal.

Da BBC, extraído do Portal G1 de 30/01/09.
(http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL979611-6174,00.html)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

No início, tudo era o caos... aí veio o Google.

Cibersaudações!

Esse blog é um lugar além do físico, do concreto, no qual o Professor Sandro Tôrres e os alunos da disciplina de Comunicação e Novas Tecnologias da Estácio Niterói poderão experimentar uma extensão da sala de aula. E claro, um monte de outras coisas mais.

A idéia passa por postagem de conteúdos relacionados à disciplina, trabalhos de alunos, curiosidades sobre novas tecnologias e, super importante, downloads dos textos digitais que serão abordados ao longo do período.

Alunos ou não, estão todos convidados a colaborar. Fiquem à vontade.